Worshop, utilização de resíduos agrícola para a produção de energia

O Núcleo da Agenda Ambiental tem o prazer de convidar a comunidade acadêmica para participar do workshop Utilização de Resíduos Agrícolas de biomassa para a produção de Energia. Com a proposta de internacionalização da Universidade de Brasília, trazendo Dr. Surya Prakash Chandak, da Divisão de Tecnologia, Indústria e Economia da United Nations Environment Programme, de Osaka, Japão, como facilitador.

O workshop será realizado nos dias 17 a 19 de julho no auditório do Instituto de Biologia- IB. As inscrições deveram ser feitas pelo email gtrs.unb@gmail.com, com nome completo, CPF, email, telefone e cargo. Os participantes deveram dominar a língua inglesa, pois o evento será realizado sem tradução. Todos participantes receberão certificado.

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2° Seminário de Gestão de Resíduos na UnB: O que você tem feito?

No dia 5 de junho de 2013, acontece no auditório da Reitoria da Universidade de Brasília o 2º Seminário “Gestão de Resíduos na UnB: O que você tem feito?”. Essa edição nasce com o propósito de alinhar os envolvidos na gestão de resíduos e de esclarecer como está acontecendo esta gestão na UnB.

O seminário é organizado pelo Núcleo da Agenda Ambiental (NAA) sob atuação do Grupo de Trabalho em Gestão Compartilhada de Resíduos Sólidos (GTRS) e sob coordenação da professora Maria Vitória Duarte Ferrari Tomé. Confira a programação.

banner do segundo seminário de resíduos sólidos da unb

PALESTRA “A Antropologia Visual e a Identidade Surda: o mundo dos surdos em antropologia e arte”

O evento que conta com a participação do doutor em Antropologia pelo Centre National de la Recherche Scientifique – Olivier Schetrit, acontece no dia 13 de maio às 9h e será ministrado em Sinais Internacionais com interpretação simultânea para Lingua Brasileira de Sinais – Libras – e língua portuguesa. Segue o cartaz:
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Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2013

O Decanato de Extensão (DEX) informa que a Fundação Banco do Brasil lançou o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2013. Regulamento e inscrições estão no site www.fbb.org.br/tecnologiasocial. Os interessados podem se inscrever somente por meio do site até 31.05.2013.

Esta edição 2013 do prêmio inova com a inclusão da categoria “Instituições de ensino, pesquisa e universidade” que vai selecionar tecnologias sociais diretamente desenvolvidas nessas instituições.

Sob os critérios específicos do regulamento, todas as inscrições recebidas até o dia 31.05.2013 participarão da etapa de certificação. As tecnologias sociais que forem certificadas serão inseridas no Banco de Tecnologias Sociais, receberão um Certificado de Tecnologia Social e concorrerão à etapa final da seleção. Os prêmios são de R$80.000,00, R$ 50.000,00 e R$ 30.000,00 aos primeiros colocados de cada categoria. Todos os finalistas receberão um ultrabook e um troféu a serem entregue durante o evento de premiação.

Informações: www.fbb.org.br/tecnologiasocial Telefone: 3104-4626

Sistemas Agroflorestais Sucessionais

A temática ambiental é cada vez mais abordada nas mídias: aquecimento global, inundações, hidrelétricas, Rio +20, Copa do Mundo no Brasil…todos querem ser “sustentáveis”.
Dentro desse contexto, todos já ouviram falar de Desenvolvimento Sustentável, no entanto esse termo permite muitas interpretações e pode acabar ficando vago.

Já ouviu falar de Permacultura? e de Agrofloresta? Clique no link para ver uma possível abordagem sobre sustentabilidade!
Revolução Verde e Sistemas Agroflorestais Sucessionais

Gostou? Quer se aprofundar? Veja artigos e vídeos sobre o tema em:

www.agrofloresta.net

“Somente quem for humilde será capaz de aprender o que não se sabe ainda.”

(Rudolf Steiner)

Essa animção simula o crescimento de um Sistema Agroflorestal Sucessional, para a realidade amazônica. Veja as explicações detalhadas em: http://www.agrofloresta.net/educacao-agroflorestal/sistema-agroflorestal-sucessional-biodiverso/

Essa animação ilustra o crescimento de um Sistema Agroflorestal Sucessional, para a realidade amazônica. Veja as explicações detalhadas em: http://www.agrofloresta.net/educacao-agroflorestal/sistema-agroflorestal-sucessional-biodiverso/

Cidade Verde

Um dos problemas mais antigos em cidades grandes é o conflito entre área verde e área construída. Em algumas cidades esse atrito é bem resolvidos, mas em cidades com São Paulo, o avanço das construções limitou o espaço do verde. Essa cultura de construção gera aqueles problemas de alagamento terríveis, mas também fragilizam a saúde potencializando o estresse.

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Para solucionar esse problema já pensaram em criar cinturões verdes em torno das cidades, já pensaram em preservar árvores históricas dentro das cidades. Sempre afirmando que concreto não combina com planta e vice-versa, mas essa cultura deve cair logo por terra.

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O design, a arquitetura, o seu vizinho, você deve aprender a utilizar o seu espaço de forma inteligente. Nessa lógica, segue a ideia: economize espaços, improvise o que já existe no seu ambiente, e doe aquilo que você não vai utilizar mais. Deixe seu ambiente mais saudável.

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2013 começa com tudo

O Cine Diálogos socioambientais é um forma de misturar produções cinematográficas profissionais ou amadoras e pessoas que gostam de um bom debate. O resultado deve conter discussões profundas com a participação da platéia.  Em 2013 o NAA realizará “CineDiálogosSocioambientais ” durante todo o ano. Fiquem atentos, e não percam nenhum.  Para o dia 30/01: “Cata (Dores)” de Webson Dias. Acompanhe a sinopse abaixo.

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Cata(dores) (Documentário, cor, digital, 24min, DF, 2011)

Sinopse: Uma visão sobre as condições dos catadores de materiais recicláveis do lixão da Cidade Estrutural, localizado a 10 km do Congresso Nacional e destino de todo o lixo produzido no Distrito Federal desde 1968. Além das condições precárias de trabalho, acidentes frequentes e muitas vezes fatais, preconceito e concorrência pelos materiais, os trabalhadores têm como ameaça a iminente desativação do Lixão acompanhada de desamparo por parte do Estado. Dessa forma, são obrigados a lutar por questões básicas de sobrevivência.

“Tartaruga” do Lago Norte: atentado contra ciclistas

Publicado em 26 de novembro de 2012

» WILSON TEIXEIRA SOARES
Jornalista, ciclista, membro do grupo Coroas do Cerrado, ex-conselheiro da ONG Rodas da Paz

O brasileiro é um conformista. Conforma-se com quase tudo. A exceção é o futebol. Move-se em fúria, forma multidões para protestar quando o time pelo qual torce é, como de novo aconteceu com o Palmeiras, rebaixado para a segunda divisão.

Povo diverso é o argentino. Cristina Kirchner que o diga. A população está nas ruas, a protestar. Esse é um comportamento usual no país vizinho, onde a sociedade, ao constatar que os mandatários mergulharam em delírio, botam a boca no trombone.

A diferença entre brasileiros e argentinos é histórica. Por lá, certamente, as fanfarronadas de altas autoridades condenadas por corrupção e formação de quadrilha seriam alvo de repúdio da sociedade, que não faria de seus ouvidos recipientes para os dejetos locutórios dos condenados.

A defesa dos direitos dos cidadãos é obrigação que deve ser exercida pelos grupos sociais que cultivam interesse nas conquistas civilizacionais — transformações que permitem a parcelas cada vez mais amplas da sociedade desfrutar dos bens pelos quais pagam, honrando impostos e taxas.

O Distrito Federal, em tempos diversos, praticou saltos civilizacionais significativos. Um deles foi a conquista do respeito à faixa de pedestre. Outro, a implantação dos acostamentos cicláveis nas estradas sob jurisdição do DER. Paz no trânsito, enfim.

No momento, uma campanha do GDF, assinada pela Secretaria de Segurança, testemunha a preocupação em preservar tais avanços, ao investir na promoção da harmonia no trânsito. Ancorada pelo cantor Dinho Ouro Preto, a peça merece aplausos pela qualidade pedagógica.

Quando o Governo do DF, sob a orientação da engenheira Mônica Veloso, então gerente de projetos cicloviários, deu à luz o Pedala DF, pretendia-se dotar a cidade de uma malha cicloviária. A ambição era imensa;a intenção, impecável.

Até hoje, a malha cicloviária, com 600km, não existe. Mas iniciativas pontuais, realizadas para dotar o DF de caminhos cicláveis, resultaram em conquistas importantes. E a implantação dos acostamentos cicláveis nas principais artérias dos lagos Norte e Sul é uma delas.

A importância dos acostamentos só não é compreendida por aqueles que sofrem de estrabismo intelectual. Ou pelos que cultivam a ignorância como instrumento central do movimento do raciocínio.

Quando a autoridade de trânsito responsável pelas estradas-parque revitalizou os acostamentos dessas vias e comunicou à sociedade que elas se destinavam ao trânsito preferencial de bicicletas, teve início um processo de conscientização quanto ao direito do cidadão-ciclista de conviver, em um mesmo espaço, com o cidadão-motorista.

Houve quem protestasse. E há quem, pela incapacidade de entender que as vias públicas pertencem a todos, tuja e muja, até hoje, contra os acostamentos cicláveis; o que tem instrumentado reações contra essa conquista. Não há muito, alguns moradores do Lago Sul tentaram induzir o administrador regional do bairro a exterminar essas áreas.

Uma segunda tentativa de investir contra os acostamentos cicláveis foi realizada, desta vez no Lago Norte, com algum sucesso. A partir de uma demanda inconsequente, “tartarugas” (tachões) foram implantadas no interior dos acostamentos cicláveis da Estrada Parque Paranoá (EPPR).

A implantação das “tartarugas” constitui uma ameaça aos ciclistas por razões as mais diversas. Fatalmente, condutores de bicicletas colidirão com os tachões, perderão o equilíbrio e cairão. Alguns, na calha de rolamento. E serão felizes se, ao soçobrarem, não forem colhidos por um automotor em movimento.

Ciclistas em deslocamento necessitam, acima de tudo, de área ciclável desimpedida, limpa, sem buracos, sem sujeira, sem qualquer moderador de velocidade que gere riscos desnecessários ao exercício de pedalar.

Além disso, é fundamental que os acostamentos cicláveis sejam mantidos em perfeito estado de conservação, dispondo de clara sinalização horizontal, sendo imprescindível que as calçadas estejam guarnecidas de sinalização vertical.

Em Buenos Aires, muito possivelmente, os usuários de acostamentos cicláveis, se ameaçados de vê-los extintos ou reduzidos, não se conformariam e realizariam um protesto. Um movimento pacífico de contestação, uma singela desobediência civil. Materializada na decisão de arrancar as “tartarugas” dos acostamentos cicláveis.

http://naaunbmobilidade.wordpress.com/2012/11/26/tartaruga-do-lago-norte-atentado-contra-ciclistas/